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5 de Agosto de 1973 , na chegada a Lisboa um dia antes de assentar praça
Ultimamente temos vivido e ouvido uma agitação em termos políticos que de certa forma me fazem bastante apreensivo, reconheço de eu próprio ter feito comentários com expressões excessivas e pelo qual as removi.
1º Porque quando fiz este Blog foi para tentar unir a nossa malta, por isso este Blog não é meu e sim da 1ª CArt, e 2º porque eram temas que nada tinham a ver com a nossa guerra e de certa forma estava a meter aqui assuntos da minha opinião que nada tem a ver com os restantes camaradas, è lógico que uns gostavam e outros nem por isso, por acaso até foi quando o Blog teve mais visitantes, mas mesmo assim achei melhor retirar os temas não adquados a este Link, dos Guerreiros da paz.
Mas como há coisas que me fazem pensar e de alguma forma desabafar, então eu resolvi fazer outro Blog, meu, que nada tem a ver com a nossa rapaziada mas que o podem visitar, participar, comentar etc,
Será um link com temas da minha outra guerra com muita historia e muita animação.
Onde cada um, anonimamente ou não, pode expor as suas ideias, que até podem ser diferentes das minhas, mas que em democracia as podemos comentar. Este Link está nos favoritos e é as Memorias do Lima.
Para todos um grande abraço
Lima
Memorias do Lima
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6 de Fevereiro de 1975
Este foi o dia em que conheci o meu filho mais velho, na altura com dois meses e meio.
Podemos ver o meu semblante carregado de emoções, uma mistura de alegria com outra metade de tristeza, pois tinha deixado todos os camaradas da 1ª CArt. Em pleno inferno, baralhados de confusões e agitação pois dois dias antes tinham sido assassinados o nosso Capitão Ramiro e o Alferes Santos e mais dois camaradas sequestrados pelo MPLA.
E ali estava eu com o rebento nos braços e certamente a pensar que era apenas um mês e depois lá voltaria para a confusão e que na verdade lembro me perfeitamente que me custou muito mais a voltar do que quando fomos a primeira vez.
È por estas e por outras que hoje 35 anos passados, reconheço que nem sempre a minha tola bate certo, hoje nem ele me compreende nem eu o entendo.
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Como foram os nossos antecessores transportados.
Já fiz um comentário sobre este assunto e parece me que alguém achou que estava a exagerar.
Aqui está a historia de um camarada que passou por essas peripécias:
A Minha Guerra - Correio da Manhã Clique aqui
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HAITI: EQUIPA HUMANITÁRIA PRONTA A AJUDAR.
DISPONÍVEL PARA AJUDAR A HUMANITARIUS, está a promover todos os contactos, para que, caso seja necessária a sua prestação, uma equipa da Associação Humanitária Internacional, possa dar o seu contributo, seja em que área for. No plano de reorganização das brigadas de apoio humanitário, poderá avançar, caso seja solicitada a sua prestação local, sob a égide das Agências internacionais de coordenação e socorro humanitário. Estima-se que centenas de pessoas possam estar soterradas nos escombros, fala-se em muitas mais centenas de feridos e sabe-se que milhares ficaram desalojados na sequência do abalo, que durou quase um minuto e registou uma magnitude de 7,0 na escala de Richter. Três horas depois do primeiro tremor, às 4h53 da tarde de ontem, terça-feira (21h53 hora de Lisboa), já se tinham seguido mais de dez réplicas, a mais forte das quais com uma intensidade de 5,9. Uma gigantesca operação de emergência está a ser montada, com recursos a chegarem dos Estados Unidos e de outros países sul-americanos. Organizações de assistência como a Cruz Vermelha disponibilizaram já centenas de milhares de dólares em ajuda, e múltiplas organizações humanitárias preparam-se para partir para o empobrecido país das Caraíbas. Apesar de ontem ser impossível perceber o real estado em que se encontra Port au Prince, era claro que o Haiti não tinha capacidade para lidar com semelhante calamidade. O Haiti é ciclicamente assolado por desastres naturais. A capital Port au Prince foi parcialmente afectada por um sismo de magnitude 6,7 em 1984. Em 2004, mais de três mil pessoas morreram na sequência do furacão Jeanne, que dizimou a cidade de Gonaives, no noroeste do país. Quatro anos mais tarde, a mesma cidade foi novamente devastada por quatro sistemas tropicais. Desde 2008, os furacões Gustav, Hanna e Ike mataram 800 pessoas e causaram prejuízos avaliados em mil milhões de dólares. O sismo de terça-feira foi igualmente sentido na vizinha República Dominicana, levando a população de Santo Domingo para a rua em pânico. O leste da ilha de Cuba também tremeu, e as povoações costeiras, bem como a cidade de Santiago foram evacuadas por precaução, mas não se registaram danos. Numa altura em que as agências internacionais de ajuda humanitária, coordenam todas as operações, a Associação Algarvia, disponibiliza-se, caso seja necessária a sua colaboração.
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A BRANCA DA ILHA


































