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Lucho: «Benfica não é só os argentinos»
Ex-capitão do F.C. Porto volta à Luz com a camisola do Marselha
Mesmo depois de ter sido vendido pelo F.C. Porto, Lucho não perdeu o interesse pela Liga portuguesa. O médio argentino sabe que o Benfica está a fazer uma grande temporada, e avisa a sua equipa das dificuldades que a esperam. Na Luz brilham vários argentinos, mas o ex-portista garante que o Benfica é muito mais do que Di MarÃa, Saviola e Aimar.
«Não é só os argentinos. O sector defensivo também é muito bom. São quase todos internacionais na equipa. Atravessam um bom momento e o Di MarÃa está em grande, assim como Saviola, Aimar ou Cardozo. Não faltam jogadores de grande classe, no Benfica», disse o médio, em declarações ao site do seu clube.
Em jeito de receita para o jogo da Luz, na próxima quinta-feira, Lucho defende que o Marselha «não deve abdicar da sua forma de jogar, nem da sua vontade de vencer». «Estes dois jogos vão ser muito disputados, pois a diferença de nÃvel não é muito grande. Será um bom jogo, pois as duas equipas gostam de se projectar para o ataque», acrescenta o internacional argentino.
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F.C. Porto: treino no Olival às 16h30 para lamber as feridas
Dragões chegam a Portugal ao inÃcio da madrugada
A equipa do F.C. Porto chega ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro ao inÃcio da madrugada. O voo proveniente de Londres dura pouco mais de duas horas. Depois de chegar a Portugal, a comitiva vai usufruir de algumas horas de descanso e junta-se na tarde de quarta-feira no Centro de Treinos do Olival.
Jesualdo Ferreira agendou um treino para as 16h30, de forma a iniciar a preparação do jogo em Coimbra, a contar para a ronda 23 do campeonato. O apronto servirá também para escalpelizar a pesada derrota em Inglaterra e lamber as muitas feridas provocadas pela aterradora performance.
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Arsène Wenger: «Com Fabregas seria ainda melhor»
Arsenal-F.C. Porto, 5-0 (reportagem)
Arsène Wenger, treinador do Arsenal, entrou na sala de conferências do Emirates Stadium a sorrir. Na ressaca da goleada frente ao F.C. Porto, o técnico foi confrontado com essa curiosidade, ele que apresenta quase sempre um rosto fechado:
«A sorrir? Se não sorrisse hoje, não sorria nunca. Penso que sofremos demasiado, porque o F.C. Porto teve uma ou duas hipóteses de marcar e não devÃamos ter permitido isso. De resto, entrámos em campo com a postura correcta, fizemos o que querÃamos do jogo e garantimos a continuidade na Liga dos Campeões. Certamente, quem vê de fora, não esperava que o Arsenal estivesse onde está, nesta altura, na Champions e na Liga inglesa. Fabregas não jogou, mas penso que se jogasse, seria ainda melhor. A nossa velocidade é que criou muitas dificuldades ao F.C. Porto, porque também temos um dos relvados mais rápidos da Europa.»
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Jesualdo: «A equipa vai sentir esta dor por muito tempo»
Arsenal-F.C. Porto, 5-0 (reportagem)
Jesualdo Ferreira admite que a equipa está magoada e que vai sentir esta dor «por muito tempo». O técnico do F.C. Porto falava na sala de imprensa do Emirates, após os 5-0 sofridos às mãos do Arsenal.
Sobre a crise portista: «O F.C. Porto fez alguns resultados maus e é evidente que isso afecta. É uma dor que vamos guardar por muito tempo.»
Sobre a defesa: «De facto, dá a sensação que a defesa não responde tão bem neste tipo de jogos. Temos de pensar nisso. Frente a adversários de mais peso, a defesa tem sempre mais dificuldades. É o preço que pagámos por, em maior parte dos jogos, termos sempre a intenção de atacar.»
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Jesualdo e os 5-0: «O resultado não traduz o que se passou»
Arsenal-F.C. Porto, 5-0 (reportagem)
Jesualdo Ferreira, técnico do F.C. Porto, considera injusto o resultado do jogo frente ao Arsenal. Diz o treinador que os dragões entraram de «forma equilibrada» e que os ingleses inauguraram o marcador com um golo ilegal:
«Entrámos no jogo de forma equilibrada mas sofremos um golo cedo, num erro nosso, mas foi um golo precedido de irregularidade, como vocês certamente podem comprovar. SabÃamos que tÃnhamos de marcar aqui mas ainda era mais importante não deixar o Arsenal chegar cedo à nossa baliza. O resultado não traduz o que se passou em campo. O Arsenal esteve longe de justificar a diferença de cinco golos. Basta ver o número de remates, de cantos, de posse de bola.»
Sobre Nuno André Coelho: «Se eu não tivesse feito isso, então vocês já não teriam nada para me perguntar. Se olharem para os jogadores que tÃnhamos disponÃveis para aquela posição, percebem que nenhum tinha as condições mais indicadas para anular a capacidade do Arsenal naquela zona. Penso que o Nuno André Coelho fez uma exibição razoável, para um primeiro jogo na Liga dos Campeões.»
Sobre a segunda parte: «Na segunda parte, estivemos melhor e ficámos perto do 2-1, mas os momentos do jogo foram todos do Arsenal. Foi ridÃculo, por exemplo, marcar uma grande penalidade ao minuto 93. Foi excesso de rigor do árbitro.»


































